google.com, pub-4899324151308485, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Vereadores de Ceres pedem que Prefeitura ajude a pagar IPASGO de servidores e aposentados

Vereadores de Ceres pedem que Prefeitura ajude a pagar IPASGO de servidores e aposentados

Um requerimento apresentado durante a primeira sessão ordinária do mês de junho, realizada na noite da última terça-feira (2), na Câmara Municipal de Ceres, solicita que a Prefeitura passe a custear parte das mensalidades do IPASGO Saúde dos servidores públicos municipais ativos e inativos, reduzindo o valor descontado mensalmente na folha de pagamento.

A proposta foi assinada pelos vereadores Frederico de Oliveira Santos, Hugo Sérgio da Silva, Juliana Silveira, Juliano Garcia Rosa, Lucas Rodrigues de Melo, Maurício Pereira Mendes, Norvandi Angelo da Silva, Reginaldo Liberato de Azevedo, Sérgio Ferreira dos Passos e Zener de Oliveira Azevedo.

No requerimento, os parlamentares pedem que o Poder Executivo utilize a autorização prevista na Lei Municipal nº 2.263/2025, que permite ao município subsidiar parte do plano de saúde dos servidores e de seus dependentes.

Pela proposta apresentada, servidores com remuneração de até R$ 1.950 teriam 50% do valor do IPASGO custeado pelo município. Aqueles que recebem entre R$ 1.950 e R$ 3.250 teriam um subsídio de 40%, enquanto os servidores com remuneração acima de R$ 3.250 contariam com um custeio de 30%.

Na justificativa, os vereadores afirmam que os valores cobrados pelo plano de saúde têm comprometido cada vez mais a renda dos segurados. Segundo eles, o aumento dos custos tem levado muitos servidores a enfrentarem dificuldades para manter o benefício, considerado essencial para o atendimento médico e a assistência à saúde.

Caso a proposta seja atendida pela Prefeitura de Ceres, o desconto mensal do IPASGO poderá ser reduzido para centenas de servidores ativos e aposentados, proporcionando alívio financeiro e contribuindo para a permanência dos beneficiários no plano de saúde.

Agora, o requerimento segue para análise do Poder Executivo, que decidirá se irá colocar em prática o benefício já previsto na legislação municipal.

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