Diante da repercussão, o nosso jornalismo procurou o ex-vereador Reiller Seabra de Brito, que era parlamentar na época em que o projeto foi votado na Câmara Municipal, para saber qual foi o posicionamento dele durante a tramitação da proposta.
Em conversa com a reportagem, Reiller afirmou que não votou pela instituição da taxa. Segundo ele, em 2017 estava iniciando o segundo mandato como vereador e ocupava o cargo de presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.
O ex-parlamentar explicou que o projeto chegou à Câmara no dia 22 de setembro de 2017, em uma quinta-feira, e tratava de diversos temas considerados relevantes para o município. Entre os pontos abordados estava a regulamentação da taxa de manejo de resíduos sólidos.
De acordo com Reiller, por se tratar de um projeto amplo e complexo, seria necessário mais tempo para uma análise detalhada, principalmente para avaliar os possíveis impactos para os contribuintes.
Ele relata que o parecer da comissão foi emitido sem o voto e sem a assinatura dele. Já a votação do projeto aconteceu no dia 26 de setembro, em dois turnos, na primeira sessão ordinária após a chegada da proposta à Casa de Leis. Na ocasião, segundo ele, não estava presente na sessão porque estava em viagem.
Sobre uma lista que circula nas redes sociais com assinaturas de vereadores, Reiller explicou que se trata apenas da lista de recebimento do projeto, documento que costuma ser assinado por todos os parlamentares quando uma proposta é protocolada na Câmara, como parte do procedimento normal de tramitação.


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